terça-feira, 8 de janeiro de 2013

O Caminho não Escolhido

Caros leitores, peço mil perdões pela demora para postar algo. Em primeiro lugar, gostaria de desejar um feliz ano novo para todos. E para iniciar as postagens de 2013, estou deixando aqui esse texto de Robert Frost, com tradução de Ângela Carneiro. Espero que gostem e continuem comentando.




O Caminho não escolhido

Duas estradas divergiam em um bosque em setembro
E lamentando não poder seguir em ambas as vias
E sendo único viajante, durante muito tempo me lembro
olhei para uma tão longe quanto eu conseguia

até onde ela dobrava na descida e sumia
Então peguei a outra, parecia boa e vasta
e fosse talvez a mais atraente
pois estava coberta de grama precisando ser gasta

embora aqueles que passaram na frente
tivessem gastado ambas quase igualmente
E ambas que aquela manhã igualmente fez
cobertas por folhas, pegada alguma a manchar

Oh, deixei a primeira para a outra vez!
Mesmo sabendo como um caminho leva a caminhar
duvidei se iria algum dia voltar
Devo estar contando isso com a alma cortada

Em algum lugar, há uma distância de tempo imensa:
divergiam em um bosque duas estradas
e eu escolhi a menos viajada
e esta escolha fez toda a diferença.

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