Quarta-feira, 17 de Junho de 2009

Em busca das Origens do Universo




Dois novos satélites foram lançados ao espaço com uma das missões mais ambiciosas da história: estudar a formação de estrelas e galáxias e seguir o rastro deixado pelo Big Bang, a grande explosão que deu início ao universo.


Da base de Kuru, na Guiana francesa, um foguete "Ariane" da Agência Espacial Europeia (ESA, em inglês) lançou ao espaço em 14 de maio os satélites científicos "Herschel" e "Planck", uma das apostas mais ambiciosas de todos os tempos.


Os novos instrumentos analisarão fenômenos a uma distância de 1,5 milhão de quilômetros da Terra. A expectativa é tamanha que a ESA chegou a falar "nas duas peças de tecnologia mais formosas já construídas na Europa".


O "Herschel", de 7 metros de altura e 4,3 de largura, é na realidade o maior telescópio de raios infravermelhos já lançado, e dispõe de um espelho primário de 3,5 metros de diâmetro, superior ao famoso do "Hubble".

Tamanhas dimensões tornavam impossível sua concepção em vidro, o que levou os cientistas a pedirem ajuda a um ceramista para construí-lo em carboneto de silício.

Com custo estimado em US$ 1,4 bilhão, o telescópio, que leva o nome do astrônomo alemão William Herschel, receberá radiações infravermelhas de grande amplitude de onda emitidas por alguns dos objetos mais frios e distantes do universo, onde existem estrelas e galáxias ainda em formação.

Ou seja, o "Herschel" servirá aos cientistas para observar algo como a adolescência do universo, cinco mil anos depois do Big Bang, momento em que surgiram as primeiras estrelas.

ORIGENS DO UNIVERSO
E buscando a gênese do universo, será dirigido o telescópio "Plank", que analisará as radiações fósseis do Big Bang, ou seja, rastros que flutuam no espaço após a grande explosão que deu origem ao universo, há mais de 13 bilhões de anos.
O satélite, que pesa 1,9 mil quilos e custou US$ 817 milhões, possui equipamentos de potência extraordinária, capazes, como conta a ESA, de perceber da Terra o calor que um coelho emitiria na Lua.
Para não perturbar e alterar os equipamentos de captação, o telescópio possui um inovador sistema de refrigeração à base de hélio superfluido que o aproxima do zero absoluto da temperatura, 273 graus centígrados negativos.
Graças a esse instrumento, o "Planck" terá como missão adentrar no período opaco do universo, a etapa em que a luz ainda não tinha sido criada, além dos 380 mil anos depois do Big Bang.
Até agora, só os telescópios "Cobe" e "WMAP", ambos da Nasa (agência espacial americana), tinham conseguido penetrar nesse ponto escuro da formação do universo.
Os instrumentos do "Planck" são 30 vezes mais sensíveis que o do "WMAP", lançado em 2001, e mil vezes maior que o do "Cobe", em órbita desde 1989.
Os cientistas consideram que o "Planck" poderá cartografar em um dia o que, para seus antecessores, demoraria 400 anos.
Em Terra, a comunidade científica aguarda ansiosa os dois meses necessários para que esses novos telescópios entrem na órbita exata, de onde poderão enviar dados e entender como e por que o universo se formou.
Essa é uma das grandes incógnitas para a comunidade científica, já que, se tudo se originou por causa do Big Bang, o que havia antes disso e por que o universo segue se expandindo?

Sexta-feira, 29 de Maio de 2009

Super Dica de Evento: 2° Congresso de Educação e Evangelização Infanto Juvenil


Isso mesmo, um congresso com palestrantes renomados ensinando como educar e evangelizar adolescentes. Não percam, inscrições abertas.
Entre os palestrantes a educadora Cris Poli, mais conhecida como SuperNanny, devido ao seu Programa no SBT.
Marlene LeFever, educadora Norte-Americana.
Prof Joane Bendes, conhecida como Tia Jô.
Meu pai, Pr. César Moisés, autor do livro O Mundo de Rebeca.
Louvando ao Senhor os cantores: Lília Paz e Marcelo Santos.
Até mais, e continuem acompanhando nosso blog.

Quarta-feira, 29 de Abril de 2009

ADOLESCENTES CRISTÃOS DE CORAÇÃO E MENTE


Nas duas últimas enquetes que fizemos, mesmo sabendo que não somente os teens votaram, podemos afirmar com tranqüilidade: temos uma geração que não mais se contenta em ter um “cristianismo de coração”. Mais do que nunca, os jovens estão a fim de um cristianismo de mente.

A primeira enquete questionava o seguinte: “Qual o tipo de investimento que você acha fundamental para o Departamento de Adolescentes?” Tivemos cinqüenta e uma participações, que ficaram distribuídas da seguinte forma: *“Recursos do caixa (dinheiro mesmo!)” 2 votos; *“Apoio da liderança (Participação ativa e permissão para a realização de eventos)” 5 votos; *“Criatividade dos líderes do Departamento de Adolescentes (Na organização de eventos, por exemplo)” 13 votos; e *“Ensino de qualidade (Uma boa Escola Dominical, aula dinâmica, estudos e palestras com assuntos interessantes)” 31 votos.

A segunda enquete propunha: “Qual o tipo de evento (e assunto) que você quer que a sua igreja promova para os adolescentes?” Nesta obtivemos cinqüenta e sete votos, que foram assim divididos: *“Namoro, noivado e casamento” 11 votos; *“Fé X Ciência (Como defender a sua fé, como ser cristão no mundo atual)” 15 votos; *“Relacionamentos (pais e filhos, liderança e adolescentes, adolescentes cristãos e não-cristãos)” 23 votos, *“Encontro, Confraternização” 8 votos.

A conclusão a que chegamos e com a qual abrimos este post, vem da nossa prática como palestrante em eventos desta natureza. Mas para que não restassem dúvidas, fizemos a enquete e, como se pode ver, na pergunta acerca do investimento, a grande campeã dos 51 votos, foi a opção “Ensino de qualidade (Uma boa Escola Dominical, aula dinâmica, estudos e palestras com assuntos interessantes)”, que obteve 31 votos. Isso representa 60% dos votos.

Já na segunda enquete que indagou: “Qual o tipo de evento (e assunto) que você quer que a sua igreja promova para os adolescentes?”, a campeã foi a opção “Relacionamentos (pais e filhos, liderança e adolescentes, adolescentes cristãos e não-cristãos)”, que teve 23 votos, representando 40% do total. Em segundo lugar, veio o assunto “Fé X Ciência (Como defender a sua fé, como ser cristão no mundo atual)”, que levou 15 votos. Quem diria que um assunto como este seria digno de um evento de adolescentes e jovens cristãos? Isso indica que os tempos mudaram.

Algo que chama a atenção é que, diferentemente do que muitas vezes se pensa, os maiores problemas estão nos relacionamentos. Esse dado nos leva a pensar que é preciso encarar com seriedade esse assunto. Mais do que nunca é preciso desenvolver a idéia de diálogo e conversação, pois o maior problema é que a época em que vivemos é marcada pela falta de tempo que, conseqüentemente, trata de distanciar e alargar o abismo relacional dentro de casa.

A outra novidade é acerca do investimento, cuja opção vencedora aponta para a melhoria do ensino na igreja: “Ensino de qualidade (Uma boa Escola Dominical, aula dinâmica, estudos e palestras com assuntos interessantes)” 31 votos. Como é bom pensar que, quer seja pais, líderes, professores ou adolescentes os que votaram, o fato de optarem por esse tipo de investimento indica a quantas andam a mentalidade cristã dos que freqüentam este blog. Parabéns!

Vale aqui registrar o grande evento de reflexão para adolescentes, a ser realizado em Ipatinga (MG), nos dias 11 a 13 de junho, sob o tema: “Adolescentes cristãos de coração e mente”. Se Deus permitir, estaremos lá ministrando a mais de 800 adolescentes (número informado pelos organizadores). O que temos de concreto é que os mineirinhos de Ipatinga receberam 300 exemplares do
O Mundo de Rebeca e, pelo jeito, a coisa já está dando o que falar.

Um abraço

Quinta-feira, 16 de Abril de 2009

A Grande Decisão

video

Dia felicíssimo de minha vida... Foi no dia 4 deste mês em Sobradinho, DF.

Meus pais me levaram para um tour na capital federal.

Quem celebrou meu batismo foi o pastor Elienai Cabral, um homem de Deus que nós aprendemos a amar.

Se você tem Jesus mais ainda não passou por este momento tão especial, experimente... é uma experiência maravilhosa.

Domingo, 22 de Março de 2009

Jovens enviam balão ao espaço

O projeto custou menos de US$ 150 e ocupou apenas quatro adolescentes
Por Stella Dauer
Provando que nem só de tecnologia sofisticada e cara vive a ciência, um grupo de estudantes na Catalunha enviou um balão ao espaço, munido de uma câmera doméstica, para capturar imagens da Terra vistas do céu.
Gerard Marull Paretas, Sergi Saballs Vila, Marta­ Gasull Morcillo e Jaume Puigmiquel Casamort, quatro jovens entre 18 e 19 anos, estudantes da escola IES La Bisbal, tornaram o feito possível. O projeto não custou mais do que US$ 150, e envolveu apenas uma câmera doméstica, um resistente balão de borracha e alguns sensores de altatecnologia.
Uma vez enviado ao espaço, o balão chagou a mais de 30 quilômetros de altura e se comunicava com a equipe de adolescentes através dos sensores, que enviavam informações ao Google Earth, serviço de mapas e localização da Google, noticiou o site Boing Boing .
“O balão que escolhemos foi inflado com dois metros cúbicos de gás Hélio e pesava apenas 1,5 quilos. Ele foi capaz de carregar os sensores e uma câmera digital Nikon que pesavam outros 1,5 quilos”, contou Marrul, líder da equipe. “Quando o lançamos às 9:10 da manhã, o ponto crítico foi observar se o balão ultrapassaria os 10.000 metros, altitudeutilizada pelos aviões comerciais”, relatou.
Marrul continua a história: “Obtivemos relatórios enquanto o balão subia e mapeava seu progresso utilizando o Google Earth e um receptor de rádio embutido. Quando atingiu os 30 quilômetros de altitude, ele perdeu seu conteúdo e o equipamento retornou à Terra. Viajamos mais de 10 quilômetros para encontrar os sensores e o cartão da câmera, queainda emitia sinal, mesmo após ter sido exposto a condições extremas”. Na estratosfera, a capa gasosa da Terra não filtra os chamados raios cósmicos, que costumam causar danos tanto a equipamentos como a organismos vivos.
“Estamos impressionados com nossos resultados, especialmente com as fotografias. Enviar nosso projeto caseiro, feito à mão, aos limites do espaço é incrível”, declarou emocionado Marull ao site Telegraph .

Fonte: Yahoo

Terça-feira, 17 de Março de 2009

Entrevista com o Pr. César Moisés Carvalho

Entrevista feita por Valmir Nascimento Milomem
Especial para
UBE
Depois de escrever o livro Marketing para a Escola Dominical, ganhador do prêmio Areté na categoria Educação Cristã, o
Pr. César Moisés lançou recentemente a obra O Mundo de Rebeca.
No livro, Rebeca é uma adolescente que busca explicações para as suas dúvidas - já que enfrenta uma avalanche de contradições entre a "educação cristã" que recebeu e a secular, que agora conhece no Ensino Médio. Seu mundo, o universo cristão, parece não ter nenhum sentido para o "mundo real", vivido por seu colegas e professores. Mas tudo muda depois que Rebeca começa a se comunicar pela "web" com um misterioso internauta.
Os principais conflitos e dilemas enfrentados pelos adolescentes cristãos no campo religioso, científico e comportamental, são retratados, demonstrando-se não apenas como um livro de cunho ficcional para passar o tempo, mas, sobretudo, como uma obra de aplicação prática nos embates do cotidiano.
Dada a atualidade do tema, foi criado um blog especialmente para o livro:
http://omundoderebeca.blogspot.com

César Moisés é pedagogo, escritor, articulista e conferencista. Atualmente trabalha como professor da FAECAD (Faculdade Evangélica de Ciências e Tecnologia da CGADB - Convenção Geral das Assembléias de Deus no Brasil), e com obras de Vida Cristã e Atualidades no Setor de Publicações da CPAD, além de pregar e ministrar palestras em todo o Brasil - principalmente - sobre Escola Dominical.

1. Como surgiu a idéia da escrita do livro "O mundo de Rebeca"?
Foi algo inusitado. A idéia nasceu dos questionamentos de minha filha, Céfora. Um dia, após chegar da escola (nessa época ela estava no segundo ano das Séries Iniciais do Ensino Fundamental, tinha apenas 7 anos), fez-me a seguinte pergunta: “Pai, Deus criou todas as coisas, mas, quem criou Deus?” Como passei a estudar para responder as suas dúvidas, pensei que problema semelhante deve ser enfrentado por milhares de pais por esse Brasil afora. Foi então que pensei em produzir um livro que, ao mesmo tempo, servisse aos pré-adolescentes, adolescentes, jovens, pais, professores e líderes.

2. Qual o paralelo que o sr. faz entre a ficção e a realidade sobre a possibilidade de Deus usar a internet para transformar uma pessoa e também uma igreja?
Bem, muita gente que lê o livro e depois conversa comigo, diz que a ficção é tão vívida que se parece mais com uma história real. Entendo que esse fato se dá exatamente porque procurei encontrar um meio-termo entre o “real” e o “ideal” para que tudo aquilo que temos (na maioria das nossas igrejas e famílias) e que também desejamos em termos comportamentais, relacionais, eclesiásticos, organizacionais aparecesse na trama. Como a web é uma das mídias mais importante da cultura de massa, procurei passar a mensagem de que é possível e necessário a utilizarmos a nosso favor. Já que mais pessoas, dentre as quais principalmente os adolescentes e jovens, estão lançando mão deste recurso, porque não mostrar que ele pode ser, no lugar de um inimigo, um importante aliado na divulgação do Evangelho e dos princípios cristãos? Assim, acredito que, a exemplo do que aconteceu na história de O Mundo de Rebeca, o Senhor pode usar os seus servos para levar a mensagem da sua Palavra onde quer que seja — inclusive a Internet —, para alcançar as pessoas.

3. No livro, o sr. aborda várias temáticas além da internet, tais como família, educação cristã e apologia. Qual a intersecção existente entre esses temas?
O que pretendi retratar foi exatamente o ritmo de vida imposto pela pós-modernidade. Se em épocas anteriores era possível desenvolver poucas atividades — o que era bem menos estressante e confortável — acaba sendo impossível no período histórico que estamos atravessando, pois você é obrigado a, simultaneamente, desempenhar diversas funções diferentes. Assim, os pais, líderes e professores acabam tendo de ser, em relação aos adolescentes, um pouco de tudo: amigos, apologistas (os que não apenas defendem, mas os ensinam a defendê-la), educadores, cientistas, terapeutas etc.

4. Apesar de ser uma obra ficcional, o livro descreve alguns pontos dissertativos, com a apresentação de cenários e defesa de idéias. Como foi escrever o livro nesse estilo?
Um grande desafio. Principalmente considerando o estilo do Marketing para a Escola Dominical. Sair de um trabalho técnico como aquele e migrar para a ficção, onde você precisa, além de criar uma história interessante, construir cenário, dar vida e identidade a diversos personagens, realmente não é uma tarefa fácil. Entretanto, penso que esta é a melhor forma de alcançar o público teen. Escrever um livro com este tipo de conteúdo, tornando-o atraente e compreensível, inclusive para os pais também, é algo que só se consegue com a graça de Deus e o auxílio do Espírito Santo.

5. Um dos problemas suscitados no "Mundo de Rebeca" é a falta de habilidade dos pais em lidar com a fase conflitante dos filhos adolescentes. Como os pais cristãos devem encarar essa realidade?
Nós temos no mercado muitos livros didáticos (cristãos ou não) que explicam como lidar com a educação dos filhos. Acontece que muitos não conseguem fazer a conexão das informações ali contidas com a sua realidade, ou com a família nuclear. Em O Mundo de Rebeca estas informações e demais orientações estão devidamente contextualizadas, é o que chamamos em Pedagogia e Psicologia de “estudo de caso”. É bem por isso que mais e mais pessoas lêem o livro e afirmam: “É a minha história!” Os pais sempre tiveram problemas com a educação dos filhos, pois “talhar” uma pessoa é algo de importância hercúlea, titânica e gigantesca. Se os pais não adotarem a postura recomendada pelo Senhor aos judeus (Dt 6), e do apóstolo Paulo aos Efésios (6.4), continuarão falhando nesta tarefa basilar que lhes foi conferida desde o Gênesis. A idéia é compreender ao máximo a cultura pós-moderna, o estilo de vida dos teens, e apresentar a vida cristã como a melhor alternativa.

6. Qual a importância dos blogs na defesa da fé e na anunciação das boas novas?
Os blogs já mostraram que são capazes de revolucionar, inclusive interferindo na cultura, na carreira, nas empresas, na política, na religião, nos relacionamentos pessoais, enfim, em todas as áreas da vida. Há pouco tempo, o pastor Silas Daniel, mencionou em uma matéria no Mensageiro da Paz e também em seu artigo “Pressupostos da igreja emergente”, na Revista Manual do Obreiro, o quanto os blogs têm sido eficientes na disseminação de idéias de movimentos heréticos. Felizmente, em contrapartida, cristãos conservadores também têm cumprido seu papel, combatendo esses movimentos através dessa ferramenta. Já na questão do evangelismo propriamente dito, ainda não vi nada específico. É claro que é preciso que haja blogs voltados para a anunciação das boas novas, entretanto, estes deverão ir um pouco mais além do que apenas informação. Devido ao pragmatismo que impera nestes tempos pós-modernos, as pessoas estão buscando a solução dos seus problemas (na verdade elas querem um resultado paliativo, pois os problemas são efeitos de uma causa), exigindo de um diário virtual, muito mais que informação e sim mais interação, com um mural para pedidos de oração, alguém que empreste seu ouvido para elas contarem seus problemas etc. Neste caso o blog terá que contar com alguns outros mecanismos.

7. Como o sr. avalia a qualidade dos blogs evangélicos atualmente?
Há que se reconhecer que existe uma diversidade muito grande entre os diários virtuais evangélicos. Acredito que a motivação é o que mais pesa no momento que alguém resolve expor suas idéias. O pensador mediano sabe ler as “entrelinhas” e o que não está explícito. Temos blogs bons, mas, lamentavelmente, tem muita coisa esquisita por aí que revela muito mais da pessoa que o edita do que das idéias que estão sendo expostas.

8. Um blog poderia servir também como instrumento pedagógico? De que forma?
Sem dúvida. O blog — para quem sabe usá-lo — tem sido um poderoso instrumento pedagógico para o ensino. Com ele, as aulas não possuem apenas 45 a 50 minutos, pois os alunos podem continuar opinando, questionando e sugerindo acerca de um determinado conteúdo. Este ato é como se fosse uma tarefa ou dever escolar, entretanto os alunos o farão com prazer e sem perceber que estão envolvidos com aquilo que sempre houve na escola tradicional. Isso também faz com que o professor esteja se reciclando constantemente. Diria ainda que os principais benefícios de se utilizar um blog como instrumento pedagógico, além dos que acabei de mencionar, são: Promover uma maior aproximação dos professores e alunos, trazer experiências extra-classe, tornar público excelentes trabalhos escolares (tanto do aluno como do professor), oportunizar aos pais o monitoramento do que os filhos estão estudando e, como disse, em O Mundo de Rebeca, aprender a “linguagem digital”, pois, em matéria de tecnologia, estamos anos-luz dos adolescentes e jovens.

Segunda-feira, 2 de Fevereiro de 2009

A EDUCAÇÃO DOS FILHOS NA PÓS-MODERNIDADE

Princípios bíblicos para ensinar a criança no caminho em que deve andar
Valmir Nascimento Milomem Santos









A Bíblia é muito clara sobre a origem e o propósito da família. Embora os evolucionista digam que ela seja “o resultado da aglomeração de indivíduos somente para se protegerem contra predadores”(1), as Sagradas Escrituras evidenciam que ela é um belo projeto divino.



Conforme escreve Esdras Costa Bentho, “Deus é quem decidiu criar a família. Esta foi formulada para ser um centro de comunhão e cooperação entre os cônjuges. Um núcleo por meio do qual as bênçãos fluiriam e se espalhariam sobre a terra (Gn. 1.28). Não era parte do projeto célico que o homem vivesse só, sem ninguém ao seu lado para compartilhar tudo o que era e tudo que recebeu da parte de Deus”.(2)



Por esse motivo, oportuna é a definição dada pelo Pr. Silvio Limeira de que a “família é a célula mater da sociedade”; a célula básica de toda civilização; o núcleo afetivo central de onde provém toda estrutura dos demais relacionamentos sociais. Ela é, sobretudo, uma entidade sagrada. Aliás, a única instituição que é ao mesmo tempo secular e sagrada (3). Uma família não cristã ou ateísta não é “menos família” do que um lar cristão. Contudo, é claro, o lar cristão é distinto do lar dos não-crentes: “A maldição do Senhor habita na casa do perverso, porém, a morada do justo ele abençoa” (Pv. 3.33).



“O lar cristão é a expressão mais básica do corpo de Cristo e, portanto, é uma instituição civil, arraigada na criação, e uma instituição sagrada, arraigada na redenção” Michael Horton.



Em sendo, portanto, a família a célula mater da sociedade, é imperioso admitir que quando ela vai mal, toda sociedade também irá. E, infelizmente, essa é a realidade nua e crua que a humanidade tem experimentado nessas últimas décadas: o declínio da família. Numerosos fatos comprovam essa prognóstico sombrio. Quase não há necessidade de citar estatísticas. Nesses últimos quarenta anos, desfilam continuamente diante de nós os sinais do colapso da família: divórcio, revolução sexual, aborto, esterilização, delinqüência, infidelidade, homossexualidade, feminismo radical, movimento dos “direitos das crianças”, ao lado da banalização dos lares de pais solteiros, do declínio da família nuclear e de outros sinais semelhantes. Assistimos ao entrelaçamento de uma intrincada corda que acabará por estrangular a família até a morte. (4)



Jornais e revistas diariamente nos deixam a par de crimes bárbaros envolvendo pais e filhos. Situações em que mães abandonam recém nascidos em caixas de sapato ou leitos dos rios. Pais que enforcam filhos, e filhos que maquinam contra seu genitores (lembremos do caso Richtofen). Acontecimentos aviltantes que deixam o público desconcertado. Descalabros que demonstram que verdadeiramente as famílias estão em conflitos internos. Mas não se tratam de briguinhas envolvendo discussões, debates e choros. Mais do que isso, são verdadeiras guerras travadas entre quatro paredes capazes de acabar com a vida e sonho de muitas pessoas. Batalhas evidenciadas dentro de lares que deixam marcas de terror na vida dos envolvidos.



Nas palavras de Cristo os conflitos familiares seriam um dos sinais da sua vinda: “Um irmão entregará à morte outro irmão, e o pai, ao filho; filhos haverá que se levantarão contra os progenitores e os matarão”( Mc 13:12).



À toda evidência, os valores propagados nesse inicio de século XXI romperam com tudo o que dantes havia sido registrado pelas linhas históricas da humanidade. A propagação distorcida da liberdade e a implantação cada vez mais acelerada da individualidade e autonomia dos indivíduos provocou no ambiente familiar um egocentrismo sem precedentes, resultando, portanto, no distanciamento afetivo entre os familiares.



Teoricamente, o período em que vivemos é chamado de pós-moderno, cujas características são:






  • Hedonismo - o prazer acima de tudo;


  • Relativismo - a verdade e a moral são relativas;


  • Pluralismo - tolerância a qualquer custo;


  • Pragmatismo - os fins justificam os meios;


  • Secularismo – Rejeição da religiosidade e da atuação da igreja na sociedade;


  • Liberalismo – liberdade sem limites;


  • Antropocentrismo - o homem, e não Deus, é o centro de todas as coisas.



Voddie Baucham Jr. escreve que “não há nenhuma dúvida de que a cultura contemporânea está em crise precipitando-se rumo à destruição. Questões que antes eram consideradas assuntos definidos agora vêm à tona. Há cem anos, seria dificil prever um debate genuíno sobre a natureza e a definição do casamento, a moralidade de matar-se uma criança em meio a um processo de parto, ou se um homem é “religioso de mais” para desempenhar uma cargo no serviço público. No entanto, estas questões não somente estão sendo debatidas, mas também praticadas. O casamento entre homossexuais está tendo lugar, o aborto é um procedimento comum, e o candidatos na política regularmente sujeitam as suas convicções religiosas ao comando daqueles que os manipulam” (5).



Assim, dentro desse cenário, a educação dos filhos segundo preceitos bíblicos apresenta-se não somente como uma necessidade, mas também com um enorme desafio aos pais; principalmente se consideramos que várias teorias apresentam-se hoje sobre como melhor educar nossos filhos. Vejamos.






A EDUCAÇÃO DOS FILHOS NO TEMPO PRESENTE




Nos últimos tempos várias vozes tem se apresentado a fim de ensinar os pais sobre como educar seu filhos. Após o mercado editorial perceber que o tema deveria ser explorado em razão da demanda composta por pais apavorados em busca de receitas infalíveis para educação infantil familiar, uma boa quantidade de livros escritos por supostos especialistas no assunto foram lançados.



Para se ter uma idéia, já em 1997 matéria da Revista Veja revelava que os escritores da auto-ajuda haviam direcionado seus escritos para a área da educação infantil. “Depois de querer ensinar a vocês como ganhar dinheiro, fazer amigos, ficar magro, segurar o casamento, os escritores do gênero resolveram dar lições sobre como educar a criançada” (6), é o que dizia o início da matéria. A reportagem enfatizava ainda que tais obras vendem feito “pão quente porque, em geral, são escritas de olho num alvo fácil: a insegurança dos pais, que já não sabem mais o que fazer pelos filhos”. Afinal, eles trabalham fora, ficam pouco tempo em casa, carregam consigo um tremendo sentimento de culpa. Alguns tentam compensar a ausência entupindo os filhos de atividades, como natação, judô e aula de inglês. Outros buscam apoio na terapia, que custa dois ou três livros de auto-ajuda por semana e tem resultados demorados. Uma terceira leva cai na auto-ajuda.



De fato, depois de meados da década passada obras literárias direcionadas para a educação dos filhos tem crescido assustadoramente. Algumas, voltadas para a auto-ajuda, outras para técnicas psicológicas ou psico-pediátricas; sempre em tom pragmático, com dicas, receitas e planos sobre como a criança deve crescer e ter independência financeira, autonomia, segurança e sucesso na vida futura.



Nesse contexto, pais inseguros recorrem a esse tipo de expediente a fim de tentarem auxiliá-los na criação da prole. Muitos, inclusive, cristãos, que, em momento de desespero partem em busca de dicas ideais para a condução familiar. Obviamente que alguns desses livros tem muito a contribuir com os pais, porém, na grande maioria não passam de trabalhos improdutivos que nada têm a oferecer, cujos ensinamentos se resumem a receitas mal formuladas.



Não há duvidas de que a busca sobre como instruir as crianças seja legítima, afinal a primeira lição que os pais aprendem assim que as crianças nascem, é que filhos não vêm como manual. Mas, de qualquer forma, todos nós temos à disposição o Manual da Vida; aquele que é capaz de instruir o homem em todos os aspectos da sua vivência, da vida à morte: a Bíblia. isso porque “Toda escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, corrigir, para instruir em justiça; para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído em toda boa obra”. (II Tm. 3.16).



A única forma de salvar e resgatar as famílias que hoje estão em franca degeneralização é voltando às raízes da Palavra de Deus. A transformação do lar, e o relacionamento sadio entre pais e filhos somente é possível a partir da renovação proporcionada pela verdade da Escrituras.


PRINCÍPIOS BÍBLICOS DA EDUCAÇÃO INFANTIL FAMILIAR





Obviamente que não consta na Bíblia, apesar da sua completude, todas as indicações pormenorizadas dos cuidados que os pais precisam ter com os filhos, com apontamentos específicos e detalhados que vão da infância até o período adulto; entretanto, ela apresenta princípios gerais que devem nortear a vida em família e a conduta dos pais perante seus filhos. Princípios são fundamentos que dão direcionamento às nossas vidas. São diretrizes nucleares capazes de indicar o caminho pelo qual devemos percorrer. Dicas são passageiras, mas princípios são imutáveis.



“O que precisamos é retornar aos princípios bíblicos para a educação de nossos filhos. Os pais não precisam de novos programas embalados em papel de presente de psicologia; eles precisam aplicar e obedecer a alguns poucos princípios que estão claramente expostos na Palavra de Deus para os pais” John MacArthur



Vejamos então alguns desses princípios, os quais julgamos fundamentais, sem prejuízo de outros que constam na Bíblia, que em virtude da falta de tempo não serão analisados aqui.




PRINCÍPIO DA RESPONSABILIDADE




Um dos terríveis males que assola a família hodierna é a tentativa dos pais em “terceirizar” a educação dos filhos, passando para outros a responsabilidade que compete somente a eles. Percebemos claramente a transferência da educação para o governo, escolas, creches, babás, avós, filhos maiores e até mesmo para a igreja. Alguns, pior ainda, jogam a responsabilidade para a “babá eletrônica”.



“Ensina a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele”. (Pv.22.6)



A busca moderna de repassar a responsabilidade para terceiros assemelha-se muito ao fato ocorrido no Éden após o episódio do pecado. Quando confrontado por Deus sobre sua desobediência Adão colocou a culpa na mulher. Eva rapidamente apontou o dedo para a serpente. Da mesma forma, no que se refere à educação dos filhos, temos hoje o pai que acusa a mãe. A mãe que acusa a escola. E a escola que culpa a igreja. É um notório jogo de empurra.



Sobre os estabelecimentos de ensino, o que percebemos é que hoje as crianças vão para a escola cada vez mais cedo, com 2 anos de idade em média. Algumas, pasmem, em menor idade ainda. Essa atitude é no mínimo irresponsável, já que queima etapas no que diz respeito à socialização da criança, colocando-a muito cedo em contato irrestrito com o ambiente externo, afinal, como explica Içami Tiba (7), os estudiosos do desenvolvimento infantil dividiram a socialização em três etapas:




  • Socialização elementar: até os 2 anos, quando a criança aprendia a reconhecer e a educar as necessidades fisiológicas (vontade de fazer xixi, sede, fome).


  • Socialização familiar: até 5 ou 6 anos, quando aprendia a conviver com o pai, a mãe, irmãos e demais membros da família.


  • Socialização comunitária: a partir dos 6 anos, quando começava a vida escolar.



Com isso, o contato social acontece precocemente. Ainda sem completar a educação familiar, a criança já está na escola. O ambiente social invade o familiar não só pela escola mas também pela televisão, internet etc.



Como adverte Içami Tiba: “Esses pais cobram da escola o mau comportamento em casa: “O que vocês estão fazendo com o meu filho que ele me r espondeu mal?” Ou: “A escola não o ensinou a respeitar seus pais” Até parece que quem educa é a escola e cabe ao pai e à mãe uma posição recreativa”(8).



O escritor diz ainda que “para a escola, os alunos são apenas transeuntes psicopedagógicos. Passam por um período pedagógico e, com certeza, um dia vão embora. Mas a família não se escolhe e não há como mudar de sangue. As escolas mudam, mas os pais são eternos” (9).



É claro que cada um desses entes mencionados (escolas, creches, babás, avós e igreja) possui sua parcela de responsabilidade. Não há dúvidas disso. Porém, não passam de terceiros auxiliares, já que a responsabilidade primordial de instruir a criança no caminho em que deve andar é dos pais. Compete a eles, somente a eles, a formação moral dos seus filhos. São os genitores, e não outros, aqueles que possuem a competência do ensino das sagradas escrituras a fim de amoldarem suas personalidades em conformidade com a disciplina e admoestação do Senhor. Esse é o princípio da responsabilidade.



Como adverte John MacArthur, “… o próprio Deus deu aos pais a responsabilidade de educar os filhos – não aos professores, nem aos colegas, nem às babás, nem a ninguém que não pertença à família; portanto, é errado que os pais tentem livrar-se da sua responsabilidade ou transferir a culpa quando as coisas vão mal” (10).



MacArthur diz ainda que “os pais cristãos de nosso tempo precisam desesperadamente aceitar esse princípio simples. Ante o trono de Deus, nós seremos responsabilizados se tivermos deixado os nossos filhos sob outras influências que moldaram o seu caráter em caminhos ateus. Deus colocou em nossas mãos a responsabilidade de educar os nossos filhos na disciplina e na admoestação do Senhor, e nós prestaremos contas a ele pelo nosso cuidado para com esse maravilhoso presente. Se outros têm mais influência sobre nossos filhos do que nós, somos culpáveis e inescusáveis por isso” (11).



Pais, vocês têm tentando transferir a responsabilidade de vocês?




PRINCÍPIO DA AUTORIDADE




O esvaziamento do poder das autoridades devidamente constituídas é uma das claras características desses tempos pós-moderno. O que se vê são professores reféns de alunos; pastores com medo das ovelhas e pais subordinados aos seus próprios filhos. Crise de autoridade, esse é o nome. Até mesmo a Bíblia, que em dias passados exercia supremacia e influencia perante a sociedade, hoje já não é aceita como autoridade – senão religiosa, e olha lá. Ainda, o próprio Estado tem tido a sua interferência na vida dos cidadãos restringida, imperando-se o pensamento de que cada pessoa é responsável pelo sua própria vida, sem que ninguém precise dizer o que ela pode ou não fazer, sempre a pretexto da liberdade.





“VÓS, filhos, sede obedientes a vossos pais no Senhor, porque isto é justo. Honra a teu pai e a tua mãe, que é o primeiro mandamento com promessa; Para que te vá bem, e vivas muito tempo sobre a terra”. (Ef. 6.1-3)

De toda sorte, o apóstolo Paulo já havia “pintado” o cenário atual, denominado-o de tempos trabalhosos, afirmando que nos últimos dias haveriam homens desobedientes a pais e mães (2Tm. 3.2). É claro que a desobediência existe desde a primeira família; mas o que o apóstolo dos gentios pretendia dizer com isso, inspirado pelo Espírito Santo, é que a desobediência contra pais e mães seria uma característica predominante desse período, onde a rebeldia, o desrespeito e a insubordinação generalizada contra os pais seriam condutas normais dentro do cotidiano social. É o que constatamos.
Segundo a Bíblia, o pai é a legitima autoridade do lar. Ele é o cabeça da família. Aquele que detém a autoridade. Esse princípio deve ser entendido, praticado e defendido. Não se concebe que filhos se rebelem contra seu genitores, e isso seja considerado como uma prática normal.

Por outro lado, não se confunde autoridade com autoritarismo. Autoridade é legitima, o autoritarismo não. Este é o exercício ditatorial do poder dentro de casa, fazendo com que os filhos cresçam não com respeito, mas com medo de seus pais, pois tudo quanto fazem ou dizem são rapidamente censurados, corrigidos e castigados. A truculência, a tirania, e a imposição não fazem parte da verdadeira autoridade, afinal ao invés de contribuir para o crescimento e o fortalecimento da família, promove o distanciamento dos seus entes, os quais partem em busca do seu próprio espaço.
PRINCÍPIO DO ESTABELECIMENTO DOS LIMITES

Atender as necessidades dos filhos é obrigação dos pais. Porém, faz-se preciso distinguir entre o que é necessidade do que é apenas consumismo caprichoso. Assim, estabelecer limites para os filhos é necessário e saudável. Como escreveu alguém: “Nunca se ouviu falar que crianças tenham adoecido porque lhes foi negado um brinquedo novo ou outra coisa qualquer. Mas já se teve notícias de pequenos delinqüentes que se tornaram agressivos quando ouviram o primeiro não, fora de casa. Por essa razão, se você ama seu filho, vale a pena pensar na importância de aprender a difícil arte de dizer não. Vale a pena pensar na importância de educar e preparar os filhos para enfrentar tempos difíceis, mesmo que eles nunca cheguem.(12)

“Não remova os antigos limites que teus pais fizeram” (PV. 22.28).

PRINCÍPIO DA INFLUÊNCIA

Pela maneira como a família moderna caminha a impressão que temos é que os pais estão em desvantagem no que se refere à influência sobre seus filhos. Aparentemente, eles são mais influenciados pelos amigos e pela mídia (internet, cinema, televisão, astros etc), do que por seus próprios pais. E o problema é que grande parte dessa influência é negativa. A batalha parecer ter sido perdida. Mas, a Bíblia estabelece que a maior influência deveria partir dos pais. Eles são (ou deveriam ser) os mentores afetivos e morais dos filhos, de forma a incutir neles, por meio de testemunho pessoal e ensino constante, a vivência segundo os padrões bíblicos (Pv. 1.8).

“Estas palavras que, hoje, te ordeno estarão no teu coração; tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te, e ao levantar-te” (Dt. 6.6,7)

PRINCÍPIO DA FORMAÇÃO ESPIRITUAL

Os pais cristãos são responsáveis por fazer de seus filhos verdadeiros discípulos de Cristo. Instruí-los desde cedo sobre a leitura da Bíblia, oração, adoração e a participarem dos trabalhos da igreja, a fim de desenvolverem uma espiritualidade sadia e fortalecida, onde possam dizer: “Eu e minha servimos ao Senhor” ((Js. 24.15b).
  • Ore com (e por) eles;
  • Leiam a Bíblia juntos;
  • Louve juntamente com eles;
  • Vá para Igreja com eles;
  • Enfatize o valor e importância da Escola Dominical;
  • Ensine-lhes a santidade de Deus;
  • Explique sobre o pecado e as suas conseqüências;
  • Ensine sobre o arrependimento e o perdão;
  • Fale sobre a obra de Cristo;
  • Explique sobre seguir e confiar em Cristo.

Deus abençoe a tua família!

O presente ensaio foi usado como texto base em palestra ministrada em Cuiabá/MT

Notas
1) Revista Veja, número 2091, 17 de dezembro de 2008
2) BENTHO, Esdras Costa: A família no Antigo Testamento – História e sociologia. Rio de Janeiro: CPAD, 2006, p. 24.
3) HORTON, Michael Scott: O cristão e a cultura. [tradução Elizabeth Stowell Charles Gomes]. 2 ed. São Paulo: Editora Cultura Cristã, 2006, p. 36.
4) MACARTHUR JR., John: Como educar seus filhos segundo a Bíblia. 2 ed. São Paulo: Editora Cultura Cristã, 2007, p. 15
5) BAUCHAM JR, Voddie. In A Supremacia de Cristo em um mundo pós-moderno. Rio de Janeiro: CPAD, p. 53
6) Disponível em http://veja.abril.com.br/081097/p_084.html
7) TIBA, Içami. Quem ama, educa!. São Paulo: Editora Gente, 2002, p. 180.
Ibid
9) Ibid, p. 181
10) MACARTHUR JR., John, obra citada, p. 27.
11) Ibid, p. 29.
12) Disponível no site